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A esmo

Eu vou, te levo comigo, não sabes que vais, nem sabes que sigo.
Para onde iremos?
Não sei, nem importa, mas eu te confesso, sem ti não sou nada, sou qual folha morta.
Será que consegues, seguir-me no incerto?
No espaço deserto, no vácuo infindo?
No andar sem fronteira no dia sem horas, de sempre auroras de sempre começo sem preço, sem endereço?
Não vou, nem tu vais, foi sonho, ficamos, não sabes que existo, nem quanto te amo.

(Em busca do autor)

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